sexta-feira, 9 de julho de 2010

Vida!

A força bruta da água
Consegue arrancar e afastar a mágoa
Que corrói o ser
E fasta o poder

Nada sou!
Nem sei para onde vou...
Envolta nos braços gelidos de ti
Que nada mais são que correntes sem fim

Um corpo só!
Desliza sem rumo certo
Um leve sopro
Destrói tudo o que está perto

Um salto para o infinito
Apaga breves momentos
Simples mas intensos
De um coração cansado e aflito.

A Vingadora

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