segunda-feira, 30 de agosto de 2010

A chuva

As gotas de chuva
Caem descompassadamente
E batem no chão
Deixando um suave rasto
Que desenha com largos traços
O meu coração…
E todo o meu ser!
Encontro-me então…
Deitada no chão molhado
Há espera que as nuvens cinzentas
Dêem lugar aos dias de sol
A minha respiração profunda
Desassossega todo o universo
É então, que a tua alma inunda
De alegria e tranquilidade
O meu coração incerto
Que tanto esperou
Por um ser amável e correcto
Tu!

A Vingadora

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